QUE VENHA 2022

O ano de 2021 está acabando e, apesar de ter sido mais um período desafiador, o balanço pode ser fechado com o resultado apontando para um ano um pouco melhor do que 2020.

Mas, uma coisa não muda. Como em todos os finais de ano, os clichês se repetem e as mensagens quase sempre são as mesmas, estimulando-nos para que façamos uma boa reflexão sobre o que tivemos de positivo, o que veio a acrescentar nas nossas vidas e nos nossos negócios e, principalmente, o que, para nós, não fez diferença alguma no ano que está findando.

Outras dicas muito comuns neste período são os conselhos para que joguemos fora o que não tem mais serventia para nós e também não terá para os outros, doarmos coisas sem uso, ignorarmos e/ou excluirmos pessoas que são negativas e, principalmente, aquelas que querem ver as outras derrotadas, vermos a vida com um olhar mais meticuloso, mais observador, deixarmos vir à tona a nossa luz para que todos nós, juntos, possamos criar uma egrégora de energias positivas para que a vida fique mais leve e mais harmoniosa, enfim, mais fácil para se viver.

Esses “conselhos” são constantemente relembrados justamente porque, após longos doze meses, muitas vezes levados ao limite da exaustão, devido às nossas atribulações diárias, esse período (natal e final de ano) nos permite revigorar as esperanças, simplesmente porque paramos um pouquinho para pensar no milagre da renovação. E assim, como em um passe de mágica tudo começa outra vez, com outros números, outras vontades e com a crença de que daqui para frente tudo vai ser diferente e melhor.

Realmente, doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e até mesmo, em alguns casos, entregar os pontos.

É por isso que eu acredito na afirmação feita (não me recordo por quem) que diz: “quem teve a ideia de recortar o tempo em fatias, criando os anos, foi um indivíduo genial”; pois se a vida é mudança constante, temos de nos adaptar a tudo e nada como um tempinho para pensar no que pode ser melhor, não é mesmo?

E foi pensando nisso que, para esse ano que vai se iniciar, a “dica” seja um pouco diferente, talvez mais audaciosa: tudo o que acontece repetidamente ao final de cada ano é muito importante e motivador e, é por esse motivo que, desta vez, me permito sugerir que em 2022 possamos ir um pouco mais além. A partir de agora, não façamos mais reflexões apenas no final de cada ano. É recomendável que elas sejam uma constante na nossa rotina, uma prática diária, pois assim essa magia da renovação se tornará contínua na nossa vida. Teria atitude melhor do que essa para nos enchermos de ânimo diariamente e seguirmos em frente?

E para finalizar, não poderia deixar de acrescentar o meu desejo de que todos vocês, leitores, tenham um ótimo natal e um ano novo repleto de bons negócios, grandes parcerias, prosperidade e sucesso.

Que venha 2022 e tantos outros, na sequência!

 

Milton Braz Bonatti

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